10 mulheres que mudaram o mundo


por Alvaro Bodas – Club Alfa

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, teve origem durante as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Grande Guerra. A ideia de celebrar um dia da mulher também já havia surgido nos primeiros anos do século XX, nos EUA e na Europa, no contexto das lutas por melhores condições de vida e trabalho e pelo direito do voto feminino.

Em homenagem a todas elas, preparamos esse top 10 das mulheres que mudaram o mundo, cada uma à sua maneira:

Coco Chanel

França (1883-1971)

A estilista Coco Chanel dita a moda feminina até hoje. Seu estilo pode ser visto nas bolsas, nos perfumes e na inspiração dos estilistas de moda. Sua primeira loja vendia chapéus, mas logo ela começou a vender também roupas sofisticadas sob encomenda. Nos anos 20, conheceu artistas importantes como Picasso e Visconti e passou a vestir celebridades de Hollywood com seus tailleurs de corte impecável. Você já ouviu falar do perfume Chanel nº 5, certo? Pois é, foi ela que criou.

 Billie Holiday

EUA (1915-1959)

Abandonada pelo pai, violentada aos 10 anos e se prostituindo aos 14. Começou a cantar aos 15 por pura necessidade de sustentar a ela e à mãe. É, a vida de Billie Holiday não foi nada fácil. Conhecida como a primeira dama do blues, mesmo sem nunca ter estudado Billie Holiday foi considerada, de longe, a maior e mais expressiva cantora de jazz de todos os tempos. Sua voz, de timbre inconfundível, era comovente e cheia de sentimento. Apesar de ter morrido precocemente aos 44 anos, de overdose de drogas (que usava em quantidades cavalares), ela ajudou a definir o jazz e seus discos são sucesso até hoje.

Indira Gandhi

Índia (1917-1984)

Se a Índia hoje faz parte dos BRICs e é um dos emergentes com mais potencial entre os países em desenvolvimento, deve muito a essa mulher. Indira Gandhi foi a primeira mulher a se tornar chefe do governo indiano, revolucionou a política do país e enfrentou conflitos religiosos. Ela começou a atuar na política nos anos 40, ao lado do pai, Nehru, que presidia o congresso. Tornou-se primeira-ministra em 1966 e depois em 1980 novamente. Nacionalizou os bancos, incentivou o aumento da produção de cereais foi responsável pela entrada da Índia na corrida nuclear, com fins pacíficos. Morreu assassinada em 1984, em Nova Délhi.

Marilyn Monroe

Estados Unidos (1926-1962)

A loira mais famosa do mundo enlouqueceu (e enlouquece) gerações de marmanjos. Marilyn se tornou o ícone sexual do século 20 e inventou uma nova maneira de atuar, unindo a inocência à sensualidade, em comédias como Os Homens Preferem as Louras, Quanto mais Quente Melhor e Nunca fui Santa, entre outros clássicos. Depois do romance secreto com o presidente americano John Kennedy, ela foi ameaçada pela máfia e precisou se afastar dele. Em 1962, foi encontrada morta por overdose de medicamentos em sua mansão.

Zilda Arns

Brasil (1934-2010)

A irmã de Dom Paulo Evaristo Arns fundou e esteve sempre à frente da Pastoral da Criança, instituição que atendeu a milhares de famílias pobres de mais de 4 mil municípios brasileiros e combateu a mortalidade infantil. Formada em medicina, implementou o planejamento familiar e o tratamento contra o câncer ginecológico quando assumiu o Departamento Materno-Infantil da Secretaria da Saúde do Paraná. Foi uma das vítimas do terremoto no Haiti, em janeiro de 2010.

Madonna

Estados Unidos (1958)

As feministas tradicionais, como Simone de Beauvoir e Camile Paglia que nos perdoem, mas Madonna fez muito mais pela sexualidade feminina do que décadas de feminismo. Cantando, dançando e atuando, ela caiu como uma bomba nas discussões sobre sexualidade nas últimas décadas. Misturando sexo com religião, ela influenciou milhões de garotas nos anos 80 e 90, com discos como Like a Virgin, True Blue, Like a Prayer e Erotica. Com mais de 270 milhões de discos vendidos, Madonna é a artista feminina mais bem sucedida de todos os tempos e um ícone da cultura pop.

Marina Silva

Brasil (1958)

Uma das grandes responsáveis pelo desenvolvimento e divulgação da sustentabilidade no Brasil, Marina Silva nasceu em uma palafita em Rio Branco, no Acre, e só aprendeu a ler aos 16 anos. Junto com o ecologista Chico Mendes, engajou-se em movimentos sindicais e filiou-se ao PT em 1986, elegendo-se vereadora, deputada estadual e senadora e elaborando vários projetos na área de meio ambiente. Em 2003 assumiu o Ministério do Meio Ambiente e em 2010 disputou a Presidência pelo Partido Verde, obtendo a terceira colocação. Recebeu inúmeros prêmios por seu trabalho, inclusive da ONU.

Diana Spencer, Lady Di

Inglaterra (1961-1997)

Até hoje considerada a personalidade feminina mais importante e admirada da Europa, a princesa Diana protagonizou em julho de 1981 o casamento da década, com o príncipe Charles, assistido pela TV por cerca de 1 bilhão de pessoas. O casal  foi um dos mais assediados do mundo e tiveram dois filhos, William e Harry. Se separaram em 92 e Diana passou a se dedicar a causas sociais, como a luta contra a AIDS e o combate às minas terrestres na África. Admirada em todo o planeta, vestia-se com muita elegância. A morte trágica em Paris, num acidente de automóvel, em 1997, a imortalizou, e seu funeral foi assistido por 2,5 bilhões de pessoas.

Gisele Bündchen

Brasil (1980)

Gisele é do Brasil! Com apenas 20 anos a modelo foi eleita a top mais bonita do mundo pela revista Rolling Stone. Nos anos 2000 foi uma das modelos mais bem pagas do mundo segundo a revista Forbes, e acumulou uma fortuna avaliada em 150 milhões de dólares. Emprestando sua beleza para grifes como Valentino, Versace e Victoria´s Secret, Gisele virou alvo dos paparazzi de todo o mundo ao namorar o ator Leonardo Di Caprio. Casada desde 2009 com o jogador Tom Brady e mãe de Benjamin, de 1 ano, defende causas como o combate à AIDS e à fome e a preservação do meio ambiente.

Marta Vieira da Silva

Brasil (1986)

Se hoje ver meninas jogando bola é uma coisa normal, Marta tem uma parcela de responsabilidade nisso. No país do futebol, a craque mostrou que esse esporte também é coisa de mulher. A alagoana de Dois Riachos conquistou os títulos de Melhor do Mundo em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010 e foi medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 2003 e de 2007. Sua atuação ajudou a divulgar e difundir mundialmente o esporte entre as mulheres. Em 2011 ela passou a atuar no clube Western New York Flash, dos Estados Unidos.

Fonte: Vip

Os principais destaques do Salão do Automóvel de Detroit


Os três principais fabricantes de carros nos Estados Unidos, General Motors, Ford e Chrysler, apresentaram nesta segunda-feira seus lançamentos na inauguração do Salão do Automóvel de Detroit, com o objetivo de reconquistar o mercado de modelos médios e compactos perdido para os japoneses.

Logo no início do evento, o novo Ford Fusion, conhecido como Mondeo fora dos EUA, foi apresentado. O lançamento do modelo é uma tentativa da companhia assumir a dianteira no nicho de sedans econômicos e de baixo consumo, dominado atualmente pelo Toyota Camry.

O executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, afirmou que 2012 será um ano importante para a empresa e o Fusion um dos seus principais produtos.

O Ford Fusion/Mondeo 2012, que será lançado no final dos anos nos EUA e no ano que vem na Europa, terá as versões a gasolina 1.6 e 2 litros, híbrida e híbrida “plug-in” (com maior participação do motor elétrico).

Na versão híbrida, o motor elétrico pode ser usado até os 100 km/h, e o modelo plug-in terá uma autonomia de 42 quilômetros por litro.

Com um design mais moderno e esportivo, a Ford quer alcançar também, além da Europa e dos EUA, os mercados emergentes, onde a companhia aposta em sua expansão, explicou Mulally.

Outro compacto lançado nesta segunda-feira foi o Dodge Dart, que trouxe ao modelo do grupo Chrystler o design italiano, já que agora a Fiat tem participação na companhia.
O Dart, que será vendido com motores de 1.4, 2.0 e 2.4 litros, é um exemplo de como a crise mudou o gosto dos motoristas americanos, que agora preferem veículos menores e de baixo consumo.

O novo Dodge Dart poderá fazer 17 quilômetros por litro, o que permitirá, com ajuda governamental, que o modelo possa competir com compactos bem sucedidos como o Chevrolet Cruze ou o Hyundai Elantra.

É muito provável que o próximo Fiat Linea brasileiro será quase igual a este carro.

No segmento de sedãs,a General Motors apresentou em Detroit o Cadillac ATS, com novo design e motores de até 3.6 litros e 320 cavalos de potência, com o qual a fabricante pretende roubar a liderança do mercado do alemão BMW Série 1.

Um novo estilo para o conversível Mercedes-Benz SL, que chega à sexta geração mais moderno do que nunca. O motor V8, com injeção direta de gasolina, e o câmbio com sete marchas garantem potência de sobra: 434 cavalos. O roadster ainda tem como destaques o Magic Sky Control, recurso que permite aos ocupantes deixar o teto transparente, com pouca sombra ou mais escurecido.

Jetta com motores 1.4 TSI e elétrico deve ter 170 cavalos. Fabricado no México, que possui acordos tarifários com o Brasil, tem chances de desembarcar por aqui.

O Smart For-Us foi o vencedor do Los Angeles Auto Show Design Challenge, um concurso de desenho. Este protótipo compacto, em versão picape, tem motor elétrico com 75 cavalos

A Nissan Pathfinder Concept ganhou características de crossover, com linhas menos retas, inspiradas no Infiniti JX, e motores 3.5 V6 com 268 cavalos.

Fonte: Veja.com

BMW laça a nova linha do sedan Série 3


A BMW revelou na Alemanha, a sexta geração do Série 3, um dos modelos de maior sucesso da marca. Carregando o visual agressivo característico da marca, o sedã vem recheado de tecnologia para competir com os principais concorrentes: Audi A4 e Mercedes-Benz Classe C.

Entre os sistemas eletrônicos destaque para o dispositivo que projeta informações do painel no para-brisa, além de tela colorida de alta resolução, avisos de veículos no ângulo morto e de troca involuntária de faixa, entre outros.

O entreeixos do Série 3 ficou cerca de 5 centímetros maior e a largura aumentou em cerca de 1 centímetro. No interior há mais espaço para as pernas nos bancos traseiros. O peso diminuiu em cerca de 40 kg na comparação com a geração anterior. No visual, a linha ganha faróis mais alongados que se encontram com tradicional grade dos carros da marca.

Movidos a gasolina estarão disponíveis dois motores: um 2.0 com dois turbocompressores de 245 cavalos e 36,5 kgfm de torque, que faz sua estreia no 328i, além de um 3.0 V6 também biturbo com 306 cavalos e apenas oferecido na versão 335i.

As vendas devem começar em fevereiro do ano que vem na Europa e nos Estados Unidos. Até o fim do ano a montadora diz que vai lançar uma versão híbrida, com motor a combustão combinado a outro elétrico.

Confiram as fotos:

Fonte: GQ

Kubang Concept, a SUV da Maserati


Lançado no Salão do Automóvel de Frankfurt, o primeiro SUV da Maserati tem como objetivo desafiar o sucesso de Porsche Cayenne.

O Kubang trata-se de mais um fruto da união da Fiat (proprietária da Maserati) com a Chrysler, uma vez que o Jeep Grand Cherokee empresta a plataforma para a nova SUV da marca do tridente. Todo o resto é 100% made in Maserati, os elementos mecânicos, incluindo a transmissão automática de oito velocidades, serão desenvolvidos exclusivamente para o Kubang.

Os novos motores serão desenhados em Modena, Itália, por Paolo Martinelli, chefe do departamento de motores. Martinelle trabalhou por cerca de 30 anos Ferrari, onde foi mecânico chefe da tão famosa Scuderia de Fórmula 1. O motor será produzido em Maranello, pela Ferrari, e terá uma versão a gasolina e diesel. O primeiro deverá ser o mesmo 4.7 V8 dos outros Maserati, porém com potência reduzida de 440 para cerca de 400 cv. Já o turbodiesel poderá ser um 3.0 v6.

Confiram as fotos de mais carro fantástico da Maserati:

Fonte: Luxuo.com

As cidades mais caras do mundo


1 – Tokyo, Japão

Tokyo continua sendo a cidade mais cara do mundo, mesmo considerando os estragados causados pelo terremo e tsunami que atingiu a cidade em março desse ano.

2 – Oslo, Noruega

Mais uma vez, Oslo está em segundo lugar na lista, com um ligeiro aumento do custo de vida mantendo a cidade européia entre os centros japoneses Tokyo e Osaka.

3 – Osaka Kobe, Japão

Viver em Osaka continua sendo caro devido à baixa inflação, baixa confiança do consumidor e ao iene forte, que mantiveram o custo de vida significativamente maior do que em outros países.

4 – Paris, França

Entre 2006 e 2009, Paris foi a segunda cidade mais cara da lista, mas nos últimos anos foi ultrapassada nos últimos anos pelas duas cidades japonesas.

5 – Zurique, Suíça

Zurique subiu dois lugares no último ano, passando do sétimo para quinto lugar.

6 – Sydney, Austrália

A cidade maior e mais populoso da Austrália, também subiu dois lugares no último ano.

7 – Melbourne, Austrália

A segunda cidade da Austrália na lista foi 9ª lugar no ano passado e subiu junto com Sydney, em parte devido ao alto custo de energia.

8 – Frankfurt, Alemanhã

Junto com Paris, Frankfurt foi a única cidade na lista que caiu no ranking desde o ano passado, passando de quinto lugar para oitavo.

9 – Genebra, Suíça

A segunda cidade da Suíça na lista não estava na entre as 10 em 2010 e em apenas 12 meses subiu para o 9ª posição.

10 – Cingapura, Cingapura

Subir apenas um lugar desde 2010 foi o suficiente para levar Cingapura na lista das 10 cidades mais caras.

Fonte: The Telegraph

Audi R8 GT Spyder 2012


Finalmente a Audi revelou as imagens do novo R8 GT Spyder. Assim como os outros modelos R8, a produção será limitada a 333 unidades e cada unidade vai levar o seu próprio número individual sobre o botão da alavanca de velocidades.

A capota é fabricada com um tecido leve e macio que é extremamente silencioso e totalmente adequado para viagens na estrada. A abertura leva apenas 19 segundos e pode ser acionada mesmo em velocidades até 50 km/h.

O novo R8 GT Spyder conta com o mesmo motor do modelo coupé, um V10 FSI de 5,2 litros, com 560 cv de potência e 540 Nm de torque máximo, sendo capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e atingir velocidade máxima de 317 km/h. Acho que é suficiente para se divertir, né?

Fonte: Privileged Club

 

Top 10: Os melhores Whiskys do mundo


O Whisky foi inventado pelos celtas, possivelmente no século XII, nas famosas Higlands escocesas. A origem da palavra uísque é a expressão gaélica uisge-beatha, ou a “aqua vitae” em Islay, que significa água da vida, por acreditarem que ele propiciava longevidade. Feito de vários cereais fermentados além da cevada, milho, trigo e centeio. Depois de destilado é colocado para envelhecer em barris de carvalho, aonde chega a cor característica.

Depois dessa breve história, segue abaixo o Top 10 dos melhores Whiskys do mundo:

Johnnie Walker Gold Label

Com 18 anos de envelhecimento, este Scotch Whisky Premium é composto por um blend único, com características requintadas e diferenciadas. É suntuosamente luxuoso e suave, com uma textura cremosa que o torna único na categoria. A água utilizada em sua composição, é extremamente pura, fazendo com que seu sabor seja único.

O Gold Label, assim como o Blue, não deve se tomar com gelo. Segundo o site da marca, deve ser mantido no freezer e servido puro em temperaturas super baixas. Graduação alcoólica 40%

Lagavulin 16 Year Old

Lagavilin 16 Anos, 43 % vol apresenta uma cor âmbar e uma intensidade surpreendentemente baixa do aroma, com notas de conhaque, chocolate e flores de trevo.

Glenrothes 1985

A última safra remanescente já foi engarrafada. Um grande uísque, com notas de frutas secas e cascas de frutas, algumas picantes ou tânico ressecamento. Graduação alcoólica 43%

Whisky Ballantines 21

Com maltes envelhecidos por no mínimo 21 anos. Produzido em quantidades muito limitadas. Apresenta cor avermelhada-ouro e brilhante. Aroma com notas de mel, leve toque de maçã e flores. Paladar robusto, levemente adocicado de mel, leve toque de fumo, urze e especiarias. Final prolongado, com toques de Jerez seco.

Old Pulteney 12 Year

Amadurecido inteiramente em barris de uísque de malte, o excelente Old Pulteney 12 Anos é a expressão definitiva na Velha família Pulteney. De cor âmbar profundo com tons de vermelho dourado, tem um aroma intenso e complexo e um paladar meio encorpado. O final é seco e suave, com notas de sal e xerez.

Clynelish 14 Year Old

Sua textura o torna um dos mais cremosos whiskys do mundo. Tem um acabamento ligeiramente metálico. Feito com lotes de frutas tropicais e um fio de fumaça.

Auchentoshan 18 Year Old

Com aparência de cevada dourada do verão. O nariz é o tabaco em folha fresca, em seguida, doce com uma pitada de açúcar caramelizado, chá verde e amêndoas tostadas. Ao palato o primeiro tem um frescor floral doce com açúcar de cevada, que gentilmente reflui para revelar um zestiness tangerina que deixa o paladar viva e atualizada. Ele deixa uma longa, persistente e deram bem equilibrada, que revigora a boca.

Asyla

O rótulo conta com uma mistura de grãos com o whisky de malte. É uma bebida acessível, elegante, doce e suave. Além disso, Asyla é um destilado recomendado para ser consumido antes de jantar, ao ar livre, em coquetéis, enfim em qualquer ocasião para se comemorar.

O whiky Asyla é considerado um destilado de alta qualidade e sua características fazem deste um dos melhores nas safras de destilados. Não é à toa que a garrafa da bebida é pequena. Seu estilo faz com que a velha máxima “nos menores frascos que se encontram as melhores essências” se adeque perfeitamente ao whisky.

O aroma de baunilha é suave e tem a doçura de uma fruta, com um toque de mel. Seu sabor é complexo e, mesmo doce, não chega a ser enjoativo. Enfim, um ótimo scotch para quem gosta de bebidas com malte à base de frutas, que dão um toque de suavidade no palato.

Highland Park 18 Year

É um whisky excepcionalmente fino. Sua reputação já é apreciado por Highland Park 12 Year, com carvalho maduro faz uma malte verdadeiramente bom e gratificante.

Black Label

Johnnie Walker Black Label é um destilado alcoólico de cevada germinada e grãos de cereais produzidos, combinados e engarrafados na Escócia. Seu caracter único e gosto suave provém de seu amadurecimento pelos 12 longos anos de envelhecimento. A marca Johnnie Walker existe desde 1920 e hoje é o whisky escocês mais vendido no mundo.

Lembre-se: Se beber, não dirija!

Fonte: Insoonia

Cuide bem da sua cabeça


A dermatite seborreica, popularmente conhecida como caspa, é mais comum do que se imagina e não tem cura. Não, não se sinta um injustiçado, pois com alguns procedimentos simples você pode driblá-la. “Fungos, estresse, cigarro, distúrbio hormonal ou alimentação muito gordurosa podem levar ao surgimento da caspa. Mas a adoção de algumas atitudes pode minimizar o problema”, explica a dermatologista Ludimila Rezende. “Ter uma alimentação equilibrada, usar xampus sem sal para evitar acúmulo de resíduos, lavar os cabelos após a prática de esportes e secar bem os fios são hábitos que auxiliam na prevenção da caspa”, ensina. “Caspa não pega, não é contagiosa, mas é importante o controle, pois ela pode causar queda de cabelo”.

Em relação à calvície, vários fatores explicam a queda dos fios. “Estresse, medicamentos, fumo, caspa ou fatores hereditários podem ser o motivo para a redução do cabelo”, diz a médica. Embora muito comum, é preciso ficar atento à automedicação. “Xampus podem auxiliar no início, mas o adequado é procurar um médico dermatologista, pois ele é o mais indicado para avaliar o quadro e determinar a conduta terapêutica a ser utilizada.”

5 dicas para cuidar bem dos fios

1- Analise seu couro cabeludo antes de comprar um xampu. Perceba se ele é seco, oleoso ou normal para adquirir o xampu adequado

2- Lave seu cabelo à vontade. A quantidade de vezes que você limpa os fios não influi na queda de cabelo

3- Para o tom grisalho não ficar com aspecto amarelado, opte por produtos das linhas Silver, desenvolvidos para dar um aspecto platinado aos brancos, sem pigmentos amarelos

4- Não dilua o xampu em água. Ele vem preparado da maneira correta, e esse ato pode fazer com que os ativos percam a eficácia

5- A cada 15 dias, use um xampu antirresíduos. Com detergentes potentes, ele remove as impurezas que se acumulam nos fios durante as lavagens diárias, deixando seu cabelo pronto para receber novos tratamentos

Fonte: Playboy

TED, movimento que pode transformar a sua visão sobre o mundo


Você pode definir qual o seu estilo? Se tem sede de conhecimento e acredita no poder das ideias, se é um homem de ação, mas prefere atuar longe das estruturas partidárias e do conceito esquerda-direita, se curte o prazer de trabalhar com sentido, porém com a mente e o coração abertos, então seu estilo é TED. Essa sigla, que significa Tecnologia, Entretenimento e Design, na tradução para o português, batizou um movimento que reúne algumas das cabeças mais brilhantes do mundo atual. Políticos (Bill Clinton, Al Gore), empresários (Bill Gates, Steve Jobs, os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin), estrelas da música pop (Paul Simon, Bono Vox), celebridades hollywoodianas, como Cameron Diaz e Meg Ryan, gênios e estrelas de diversos países.

TED não é um rótulo que distingue um grupo de pessoas apenas por este ou aquele traço psicológico ou hábito, algo do tipo yuppies ou geeks. É um fenômeno da era digital. As três letrinhas nomeiam uma rede social e uma plataforma de Educação que, operando ao mesmo tempo na instância física e na internet, desafiam os padrões do velho mundo analógico com uma receita que mistura ingredientes como simplicidade, foco e flexibilidade. Recentemente, a conceituada revista americana de negócios Fast Company chegou a comparar o prestígio do TED ao da Universidade Harvard, a marca mais importante na área educacional em mais de 100 anos. Detalhe: para a Fast Company, é no TED que está tomando forma o futuro da educação.

Cerca de 800 das palestras já proferidas estão no site ted.com, a maioria com versões legendadas em 77 idiomas, inclusive português, o que faz da plataforma uma espécie de universidade aberta e gratuita, onde se pode entrar com um simples clique. A temática abordada é ampla e profunda, mas apresentada sem o ar solene e prolixo dos eventos acadêmicos. As palestras do TED são densas em conteúdo, porém curtas, altamente focadas e, não raro, permeadas de emoção e entusiasmo. Cada expositor é desafiado a ministrar “a melhor palestra de sua vida” entre 5 e 15 minutos e orientado a se concentrar numa única ideia. Na internet, as palestras do TED já foram vistas mais de 300 milhões de vezes, em 150 países. “As pessoas buscam inspiração e estímulo”, diz Anderson. “E, se alguém entra em contato com ideias potencialmente transformadoras, sua vida pode mudar.”

Muitos momentos marcantes da conferência são protagonizados por pessoas comuns e desconhecidas — que, obviamente, depois disso se tornam celebridades. Um exemplo clássico é o de William Kamkwamba (ver vídeo), um menino semianalfabeto do Malaui, na África, que construiu sozinho um gerador a vento para sua aldeia, guiando-se apenas pelas figuras de um livro emprestado de uma biblioteca. Sua palestra em 2009 arrancou mais aplausos da plateia que a de Bill Clinton, que ali, em 2007, também abriu seu coração e admitiu nada ter feito para evitar o massacre de Ruanda quando era presidente.

A maior das inovações é o TEDx, um programa de eventos locais organizados ao estilo TED, porém de modo independente, lançado há pouco mais de um ano. Qualquer grupo ou pessoa pode organizar um TEDx, sem pagar nada pelos direitos. A contrapartida é que o projeto local seja aprovado pela curadoria do TED internacional, que o evento não tenha fins lucrativos e que, preferencialmente, não cobre ingressos. Já foram realizados mais de 500 TEDx, em 70 países e 35 idiomas. Um dos mais simbólicos aconteceu em agosto passado na favela de Kibera, no Quênia, uma das maiores da África. TEDx grandiosos foram realizados em Paris, Amsterdã, Tóquio e São Paulo. Outros, singelos, têm lugar em comunidades, ONGs, empresas e órgãos públicos. O bairro da Vila Madalena, em São Paulo, promove mensalmente o TEDx Vila Madá.

TEDx no Brasil

Em novembro de 2009, o país teve seu primeiro evento no estilo TED, o TEDx São Paulo que aconteceu na capital paulista, com o tema “O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje?”. Em maio de 2010, ocorreu o TEDxSudeste no Rio de Janeiro sob o tema “Colaborando para transformar”. Ainda em 2010, no mês de novembro, realizou-se o TEDx PortoAlegre, além desses tivemos também o TEDx Amazonas, Cidade de Deus e agora em julho o TEDx Curitiba.

Na minha opinião uma das melhores palestras que eu assisti dos TEDx aqui no Brasil, foi do Gil Giardelli, vale a pena conferir.

Fonte: Revista Alfa e Ted.com

 

Grandes Homens


A revista digital Papo de Homem possui uma série muito interessante sobre grandes figuras masculinas do passado e do presente chamada Homens que Você Deveria Conhecer e como dia 15 de julho é comemorado o Dia do Homem no Brasil, resolvi homenagear os homens desse país com as 5 histórias que mais me chamaram a atenção nessa série que já possui 19 perfis.

Ryan Hreljac

por Leonardo Costa

Esse jovem canadense nascido em 1991 já beneficiou mais 700.000 vidas, desde pequeno desejava um mundo mais justo e não entendia o motivo de tantas pessoas morrerem de sede ou por água contaminada na África.

Durante uma aula na sua escola em Kemptville, a professora comentou que milhares de pessoas na África morriam todo ano, pois simplesmente não tinham água limpa para beber. Espantado com tal situação, Ryan perguntou a professora qual o valor que precisaria para levar água para as crianças africanas e ela se lembrou da ONG WaterCan que perfurava poços na África e que um poço pequeno deveria custar cerca de 70 dólares.

Chegando em casa, Ryan disse para mãe que precisava do dinheiro, ela aceitou dar, mas antes ele teria que fazer alguns serviços domésticos. Isso o fez se sentir muito mais produtivo, participativo e ligado à causa do que se tivessem lhe dado a quantia logo de cara.

Depois que conseguiu os 70 dólares, ele foi até a Water Can, mas chegando lá eles informaram que com  esse dinheiro só dava para comprar a bomba e que para fazer o trabalho completo de perfuração do poço, o custo era de 2000 dólares.

Ryan mobilizou vizinhos, amigos, parente, conseguiu 700 dólares e a WaterCan prometeu que completaria o restante do valor. Nessa época o jovem garoto tinha apenas 6 anos.

Trocando correspondências Ryan conheceu Jimmy Akana, um garoto de Uganda que antes da construção do poço tinha que andar oito quilômetros para buscar água imunda. Ryan ficou emocionado com o que Jimmy lhe contou e em 2000 os seus pais o presentearam com uma viagem para conhecer de perto essa realidade. Chegando no poço que havia finaciado, Ryan ficou surpreso, pois havia milhares de crianças enfileiradas batendo palmas para ele.

Algum tempo depois Jimmy foi sequestrado violentamente pela Lord’s Resistance Army (LRA), um grupo rebelde que tentava derrubar o governo e que já tinha capturado mais de 20.000 crianças desde 1986, transformando crianças em soldados e forçando-as a matar e raptar pessoas do seu próprio povo. Ele conseguiu fugir, mas foi baleando e está sendo perseguido, sabendo da situação a família de Ryan levou Jimmy para morar com eles no Canadá e atualmente ele é o braço direito de Ryan na Fundação (Ryan’s Well Foundation), fazendo apresentações e oferecendo seu conhecimento no mundo todo sobre questões da água.

A Ryan’s Well Foundation, criada em 2001, acaba de completar 10 anos. Ajudou a construir mais de 630 poços e 700 latrinas, levando água potável e serviços de saneamento básico para mais de 705.000 pessoas. Ryan é reconhecido pela Unicef como Líder Global da Juventude e continua dedicado e empolgado com seu trabalho na Fundação, dando palestra em vários países. No site da fundação é possível fazer doações, conhecer os projetos e até receber dicas, passo a passo de como fazer seu próprio projeto e arrecadar fundos. Nem a distância é problema, pois eles também realizam palestra por Skype, basta entrar em contato.

Ler o post na íntegra Ryan Hreljac | Homens que você deveria conhecer #17

Mark Zuckerberg

por Seiiti Arata

É simples encontrar um propósito. Mas muita gente caminha pelo mundo sem ele. É o que acontece com muitos empresários, mas não com Mark Zuckerberg.

O motivo de seu império de rede social online crescer como nenhuma empresa em toda a história da humanidade é esse tesão, o propósito aplicado a negócios.

A rede social Facebook nasceu como um serviço para estudantes universitários. Faz sentido: na época de faculdade, todos temos vidas sociais muito interessantes e agitadas. Quando o Facebook continuou seu crescimento para além de Harvard, sendo adotado dentro de empresas e também por gente mais velha, aconteceu um dos debates mais fundamentais a respeito da natureza do projeto: deveria ser algo fechado só para universitários das Ivy League ou poderia ser uma rede social ao alcance de todos? Isso afetaria a forma como os usuários projetariam suas personalidades e interação.

Neste momento é que Mark revelou sua crença fundamental que as pessoas devem ser sempre as mesmas, não importa onde. Agir diferente é sinal de hipocrisia.

Uma ferramenta como o Facebook, pensa Mark, é terrível para um jovem que tem namorada chifruda, ficando com outras garotas em festinhas onde ela não está presente. Com o Facebook e a ferramenta de tag, a chance de ser fotografado e identificado é grande demais.

Ele diz que parte da hipocrisia está relacionada ao fato de que a informação não circula de forma ótima, e permite que atos imorais sejam cometidos sem que a sociedade descubra.

É interessante examinar a história do Facebook identificando quais aspectos da personalidade de seu criador foram transportados para a arquitetura do sistema. Existem centenas de outros aspectos semelhantes (principalmente sobre anúncios) sobre como a experiência do Facebook deve, na perspectiva de Zuckerberg, fornecer o maior valor possível ao usuário. Mark negou todas as propostas multimilionárias para colocar propaganda que não estava coerente com essa sua visão, mesmo quando precisava do dinheiro para pagar os servidores e manter a rede funcionando.

Nesse sentido, o Facebook é o propósito para Mark.

Se esse jovem fosse apenas um empresário corporativo querendo ganhar uma grana, tudo seria diferente. Assim que o sistema estivesse valorizado, ele colocaria o dinheiro no bolso e iria passear de iate no Caribe.

Por que Mark continua trabalhando mesmo sendo bilionário?

A verdade é que a pessoa que tem a mentalidade de riqueza possui esse propósito (que pode ser um ideal, ou a paixão por uma linha de produtos que melhoram a qualidade de vida dos consumidores), e é isso o que impulsiona a acordar todo dia e continuar trabalhando.

Quem tem a mentalidade de pobreza passa o dia inteiro pensando e procurando por jeitos de ganhar dinheiro rápido. E, caso descubra alguma, vai abandonar o processo no meio para gastar tudo. Essas pessoas nunca ultrapassam um certo limite que elas mesmas criam.

A história do Facebook não é a de um empresário que queria achar um jeito de ganhar dinheiro e para isso montou uma rede social. É o contrário!

Existe um empreendedor desses dentro de cada um de nós. Que quer fazer as coisas certas, que deseja seguir nossas paixões verdadeiras. Mas que é oprimido por nós mesmos, pois nos contentamos em continuar num emprego que não tem nada a ver.

Ler o post na íntegra Mark Zuckerberg | Homens que você deveria conhecer #11

 

Pedro Taques

por Fred Fagundes

José Pedro Taques, cuiabano, 42 anos, ganhou notoriedade nacional pela postura firme e notável capacidade de articulação. Nos anos 90 atuou como Procurador do Estado de São Paulo e foi Procurador da República, sendo designado para agir nos estados do Acre e Rondônia. “Eram terras sem leis. Pistoleiros mandavam e desmandavam. Fiquei 40 dias sem sair da procuradoria”, disse. “Tinha medo?”, questionei. “Meu único medo sempre foi ter medo”, respondeu de bate pronto.

Um dos primeiros feitos do ex-procurador a ganhar proporção nacional foi em 1995. Ele participou ativamente das investigações contra Hildebrando Pascoal, então deputado federal do Acre acusado de liderar um grupo de extermínio, integrar esquema de crime organizado para tráfico de drogas e roubo de cargas. Hildebrando foi condenado por tráfico, tentativa de homicídio e corrupção eleitoral.

No ano seguinte Pedro Taques foi transferido para Mato Grosso, onde iniciou as investigações de João Arcanjo Ribeiro, considerado o Al Capone de Mato Grosso, teria envolvimento com o crime organizado e desembargadores do Tribunal de Justiça de MT.

Em 1998 as investigações sobre João Arcanjo vazaram e foram paralisadas. Um golpe que só confirmou que havia mais gente envolvida na máfia.

Em 2001 as investigações foram retomadas. E Taques ganhou da embaixada norte-americana um curso sobre lavagem de dinheiro e combate à organização criminosa em Washington (EUA). “Com certeza eles já investigavam Arcanjo. Ele tinha patrimônios em território americano. Eles também estavam de olho no que acontecia aqui”, disse. Passou 45 dias estudando nos EUA.

Em dezembro de 2002, Arcanjo e coronéis envolvidos com a máfia dos caça-níqueis começaram a ser procurados, mas só em 2003 conseguiram prendê-lo no Uruguai.  João Arcanjo Ribeiro, ex-policial civil e responsável por uma organização que movimentou cerca de R$ 900 milhões de 1997 a 2001 sem declarar à Receita Federal, foi condenado a 37 anos de prisão por formação de organização criminosa, crime contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro. Por essas e outras dizem que ele foi o homem mais jurado de morte da história de Mato Grosso.

Em 2004, todo brasileiro estava sendo obrigado a deixar impressões digitais ao desembarcar nos Estados Unidos. Pedro então pensou: ‘por que não estabelecer uma igualdade de tratamento entre norte-americanos e brasileiro?’. Ligou para o Julier [Julier Sebastião da Silva, juiz federal] e ele adotou a decisão”.

O ato teve repercussão internacional, fazendo com que outros países tomassem a mesma atitude. Pedro Taques foi convidado para palestrar em diversos locais sobre o tema. Os americanos ficaram revoltados com a atitude da justiça brasileira “Eu só, mais uma vez, cumpri a lei”, diz Taques, que pediu demissão do cargo publico e filiou-se ao PDT, onde foi eleito ao senador.

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Ferruccio Lamborghini

por Henrique Carvalho

De todas as empresas de sucesso, independente de números indicativos de tamanho ou faturamento, todas podem ser reconhecidas por uma métrica em comum: o valor de suas visões. Isso é o que as torna capazes de conjugar autenticidade e as distingue de todo o resto.

Uma história que ilustra bem essa teoria foi a de um senhor chamado Ferruccio Lamborghini.

Após servir como mecânico da força aérea italiana na Segunda Guerra, Sr. Ferruccio retornou à terra natal e enxergou uma oportunidade na fabricação de tratores, utilizando sua habilidade em mecânica e peças encalhadas nos armazéns com o fim dos esforços de guerra italianos.

Pelos idos dos anos 50, a Lamborghini Trattori S.p.A. já havia se tornado a maior do país. Os negócios iam bem, o que permitiu ao nosso amigo voltar sua atenção para uma paixão, carros velozes e luxuosos. Passaram por sua garagem Alfa Romeos, Lancias, Maseratis, Mercedes e até mesmo Ferraris, que considerava bons carros, apesar de muito barulhentos e desconfortáveis para carros de rua.

Reza a lenda que um dia, insatisfeito com a rigidez e alta manutenção da embreagem de sua Ferrari 250GT, peregrinou como um fiel cliente até Maranello para conversar com Sr. Enzo, munido de seu conhecimento em mecânica. Para sua surpresa, teria sido recebido com descaso pelo dono da vermelhinha, com o comentário de que “Não se fazia necessária a opinião de um construtor de tratores”. Como um bom italiano turrão disse que faria um carro melhor que a Ferrari, de acordo com sua visão do que seria um gran turismo ideal. No lugar do cavalo rompante, adotaria como símbolo o touro Miura.

Guiado pela paixão por carros e crença no trabalho artesanal, herança da vinicultura na fazenda dos pais, foi capaz de por a fábrica para funcionar, ainda que produzindo na casa das dezenas e vendendo com prejuízos de início, para alcançar a visão proposta: construir um carro veloz, luxuoso e confortável, superior a Ferrari.

Desde então, produziu os primeiros modelos aclamados pela mídia especializada, o 350GT e o 400GT, e posteriormente modelos de boa vendagem como os Miura, Countach, Diablo, Murciélago e Gallardo.

Por mais que a empresa tenha sempre estado muito próxima de quebrar financeiramente, o que de fato ocorreu nos períodos de depressão econômica, isso não diminuiu o maior patrimônio que a empresa possuía: a visão de seu fundador que lhe confiava autenticidade, valor subjetivo e intraduzível em cifras.

Essa autenticidade tornou possível continuar produzindo com qualidade e mantendo sua identidade até hoje, mesmo após tantas aquisições, mesmo depois de não estar mais sob os olhos do idealizador.

Quanto ao Sr. Ferruccio, cansou de lidar com as crises financeiras da fábrica, mudou-se para o interior da Itália, casou-se novamente aos 58 anos, teve uma filha e curtiu o resto da vida produzindo seus vinhos até falecer em 1993, aos 76. A marca que leva seu nome, no entanto, ainda respira e tem vida própria, com o compromisso de perpetuar a visão de seu fundador.

Este é o verdadeiro valor daquilo que é autêntico: nunca morre.

Ler o post na íntegra O autêntico Ferruccio Lamborghini | Homens que você deveria conhecer #13

 

John Wood

por Jean F. Riffel

John Wood era diretor de marketing da Microsoft na década de noventa, especialista em mercados internacionais e responsável pelas operações da empresa no continente asiático. Nessa época, o trabalho era penoso, a indústria de software se expandia e a empresa de Bill Gates era quem ditava as regras do mercado. John vivia sozinho em um apartamento dois quartos de 185m², tinha um galpão para guardar as coisas que não cabiam mais em seu apartamento e dirigia um carro conversível, além de ter um excelente salário, claro.

Sete anos nesse ritmo e John começou a refletir sobre sua vida e a questionar se não havia nada mais além de longas horas de trabalho e altos salários. Apesar de ter tido sucesso, coisas como família e amigos estavam sendo sempre deixados em segundo plano.

Após longo período sem férias, decidiu tirar uns dia para ir ao Nepal e talvez nem ele imaginasse como sua vida iria mudar depois de conhecer esse lugar. Chegando lá John começou a perceber a situação difícil de uma área com poucas escolas, poucos professores, poucos livros suficientes. O povo entendia e valorizava a educação, mas o governo não tinha dinheiro para investir.

Ao visitar uma escola com Pasupathi, John reparou na alegria do diretor e das crianças, mas ficou chocado com as condições do lugar. Por falta de carteiras, os alunos escreviam com os cadernos nos joelhos e as salas de aula eram precárias. Quando perguntou pelos livros, um professor veio correndo com uma chave e abriu um armário, haviam apenas 3 livros que apesar de inúteis, era tudo o que tinham e, por isso, tinham medo que as crianças os estragassem.

Como enfrentar sozinho um problema tão grande? Ao voltar para os EUA, ele fez uso da sua ótima rede de contatos e enviou um e-mail pedindo doações de livros e dinheiro para comprar no atacado. A cada dólar doado, ele daria outro do próprio bolso.

Graças a esse email, mais de 3.000 livros foram arrecadados, catalogados e enviados para a escola nepalesa.

Entretanto, de volta à rotina, John começou a sentir cada vez mais o desejo de abandonar tudo. Suas conquistas já não faziam mais sentido diante da realidade que havia presenciado no Nepal. Graças ao acesso que tivera à educação de qualidade, John tinha conseguido acumular muito dinheiro – e agora achava que tinha que devolver um pouco desse dinheiro ao mundo.

Na Microsoft ele era somente mais um, por outro lado para aquelas crianças ele poderia realmente fazer a diferença. Não ganharia um cheque polpudo ou uma viagem para o Caribe, mas teria a certeza de ajudar o mundo a se tornar um lugar menos desigual, foi então que ele decidou largar tudo e foi atrás desse desafio.

John deu lições, de iniciativa, coragem, humanidade, humildade e comprometimento. Aquelas crianças não eram seu problema e não faziam parte da sua vida. Eram pessoas desconhecidas, que viviam do outro lado do oceano, em uma cultura totalmente diferente. Hoje, ele continua trabalhando para ajudar as crianças da Ásia e da África a ler mais e melhorar de vida.

Você teria coragem de encarar esse desafio? De largar um bom emprego e dedicar sua vida a seres em outros mundos? Aliás, do começo do ano até agora, quantas pessoas desconhecidas você realmente já beneficiou?

Ler o post na íntegra John Wood | Homens que você deveria conhecer #18